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| Dados de clientes da Vivo vão parar nas mãos do PCC |
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O Grupo de Atuação de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual de São Paulo descobriu uma quadrilha responsável por fornecer dados cadastrais de clientes corporativos da operadora Vivo ao Primeiro Comando da Capital. (PCC). Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro do Gaeco, nos 20 meses que a quadrilha atuou, o prejuízo foi de pelo menos R$ 329 mil à operadora de celular.
Priscila foi condenada pela juíza Isaura Cristina Barreira, da 30ª Vara Criminal da Capital, a 3 anos e 4 meses de prisão, em regime semi-aberto por furto qualificado. Outro membro do esquema condenado foi o ex-estudante de engenharia Heitor Belucci Agrícola, responsável por efetivar a habilitação dos celulares, que foi punido com 4 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado, por furto qualificado e formação de quadrilha. Em depoimento ele admitiu ter lucrado R$ 100 mil com o esquema. |




